Existe um mercado bilionário que o empreendedor brasileiro ainda não viu.
- Rafael Serra Rocha

- 13 de abr.
- 5 min de leitura
Atualizado: 15 de abr.
Quando alguém me diz que quer abrir uma franquia, eu já sei o que vem a seguir.
Alimentação. Cafeteria. Estética. Talvez academia.
São bons mercados. Não estou aqui para falar mal de nenhum deles. Mas são também mercados onde a concorrência já está instalada, a margem já foi pressionada e o custo de operação não para de subir.
O que eu quero te mostrar é que existe outro caminho. Um mercado que movimenta bilhões, que está crescendo no mundo inteiro, que tem demanda real e crescente no Brasil, e que a maioria dos empreendedores simplesmente nunca considerou.
Escola de esporte como franquia.

Existe um mercado bilionário crescendo silenciosamente e a maioria dos empreendedores ainda está olhando para os mesmos setores saturados. Mais do que ensinar futebol ou qualquer modalidade, estamos falando de um modelo com recorrência, vínculo emocional e alto potencial de escala.
Os números que poucos conhecem:
O mercado global de esportes para jovens foi avaliado em 62 bilhões de dólares em 2026. A projeção é de 154 bilhões até 2035. Só o segmento de escolas de futebol já movimentou 3,4 bilhões de dólares em 2024.
O número de academias esportivas privadas cresceu 22% no mundo só no ano passado. São mais de 120 mil unidades especializadas operando hoje.
No Brasil, o mercado de escolas esportivas movimenta entre R$ 8 e R$ 13 bilhões por ano. E ainda está nos primeiros capítulos da profissionalização.
Isso significa o que para você? Significa que a janela ainda está aberta.
Por que esse mercado é diferente dos outros
• A demanda não vem de tendência. Vem de saúde pública e de necessidade real das famílias
• A recorrência é natural. Mensalidade mensal com vínculo emocional forte
• A saturação é baixa. A maioria das cidades brasileiras ainda não tem um modelo profissional instalado
A criança saiu da rua. E não voltou.
Tem um dado da OMS que me incomoda muito. Em 95% dos países com dados disponíveis, mais de 75% dos adolescentes não atingem as recomendações mínimas de atividade física.
No Brasil, o Atlas Mundial da Obesidade 2024 projeta que 50% das crianças e adolescentes terão sobrepeso ou obesidade até 2035. Hoje já são mais de 16 milhões de jovens nessa condição.
A criança que antes ficava na rua, no campinho, na calçada, hoje está na tela. Tablet, celular, videogame. E o pai e a mãe sabem disso. Eles querem uma solução. Querem um ambiente seguro, estruturado, com metodologia, onde o filho vai aprender algo de verdade.
Além disso, o número de crianças neurodivergentes que chegam até nós é impressionante. Famílias buscando no esporte uma forma de desenvolver seus filhos, de inseri-los num ambiente coletivo, de trabalhar disciplina e atenção de um jeito que a sala de aula não consegue.
Essa demanda não vai diminuir. Ela só cresce.
O setor mudou. O empreendedor que entrar agora vai pegar o melhor momento.
Por muito tempo, escola de esporte não era vista como negócio. Era campinho de terra batida, professor voluntário, mensalidade de cinquenta reais e zero gestão.
Não era preconceito. Era falta de exposição. Ninguém tinha mostrado que era possível operar com sistema, com escala, com resultado consistente.
O que mudou foi o consumidor. A família de hoje é exigente. Ela quer saber qual é a metodologia, como o filho está evoluindo, o que acontece se ele faltar, como é a comunicação. Essa exigência empurrou o setor a se profissionalizar de verdade.
E quando um setor se profissionaliza, ele deixa de ser nicho e vira oportunidade.
Hoje você vê empreendedores de diferentes mercados entrando no setor esportivo. Executivos, profissionais liberais, investidores. Pessoas que enxergaram o que eu enxergo há anos: impacto real com retorno financeiro sólido.
O modelo de franquia e licenciamento é exatamente o que entrega o sistema para quem quer operar bem desde o primeiro dia.
Nós estamos nesse mercado desde que ele ainda não tinha nome.
A Time Forte existe desde 1994. São mais de 30 anos nesse setor.
Eu digo isso não para me promover. Digo por que é relevante para você entender o que estamos falando. Nós não entramos num mercado que já existia. Nós ajudamos a criar esse mercado.
Quando começamos, não havia modelo. Não havia referência. Não havia sistema de gestão para a escola de esporte. Não havia metodologia de treinamento estruturada, não havia plataforma de atendimento, não havia suporte padronizado, não havia campeonato organizado. Era tudo sendo construído do zero, na prática, errando e acertando.
Nós vimos esse mercado nascer. Acompanhamos cada fase da sua profissionalização. Criamos o modelo de licenciamento com grandes clubes no Brasil, estruturamos o primeiro ecossistema completo de escola esportiva, com campeonatos, colônias de férias, comunidade de alunos, plataforma digital e um método de treinamento próprio.
E ao longo desse caminho, fomos referência. Outros modelos surgiram olhando para o que a Time Forte estava fazendo. Isso não é arrogância. É o que acontece quando você é o pioneiro num setor.
O impacto vai muito além da gestão. Vinicius Júnior, um dos maiores jogadores do mundo hoje, surge de uma unidade da Time Forte. Uma Escola do Flamengo em São Gonçalo no Rio de Janeiro que fazia exatamente o que a gente prega: oferecer estrutura, metodologia e oportunidade para a criança que talvez nunca tivesse outro caminho. Imagina se esse setor não existisse. Imagina quantos Vinicius Júnior não chegaram até onde poderiam.
Hoje temos mais de 400 unidades. Somos a maior gestora de escolas esportivas do mundo. Operamos com as maiores marcas do futebol brasileiro e mundial. Desenvolvemos sistema de gestão, método de treinamento, suporte contínuo, plataforma de atendimento, trilha de capacitação para franqueados e um modelo que já foi testado, ajustado e comprovado por mais de três décadas.
Quando você entra nesse mercado hoje, você não está começando do zero. Está entrando num sistema que levou 30 anos para ser construído.
Clube grande na camisa muda tudo
Operar com a licença de um clube como Flamengo, São Paulo, Internacional ou Sport Recife não é só ter um escudo na camisa.
É acessar um ativo emocional que nenhum outro modelo de negócio consegue replicar. A conexão que uma família tem com o clube do coração. O pai que sempre sonhou em ver o filho vestindo a camisa do time dele. Isso transforma uma matrícula numa decisão afetiva.
E decisão afetiva fica. Não é só consumo. É pertencimento.
Mas eu preciso ser honesto sobre uma coisa: marca forte com operação fraca não funciona. O ativo do clube dá abertura. A gestão é que sustenta e escala.
Cultura de time. Processo comercial. Marketing local. Qualidade dentro de quadra. Retenção de alunos. Estratégia de crescimento. Experiência do cliente. Cada parte precisa funcionar junto.
Escola de esporte é negócio. Gestão define o tamanho.
A janela está aberta. Mas não fica aberta para sempre.
Mercados têm janelas. A das escolas esportivas estruturadas como franquia está aberta agora.
O Brasil tem mais de 5.500 municípios. A demanda existe em praticamente todos eles. A penetração de modelos profissionais ainda é mínima.
Você não precisa largar o que já conhece. Mas se está buscando um negócio com impacto real, margem saudável e crescimento consistente, e ainda não olhou seriamente para esse mercado, eu te faço uma pergunta simples.
Por que você ainda não viu isso antes?



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